sábado, 4 de julho de 2009

Olhos abertos



Estou com olhos abertos agora, sei que não sofrerei, sei que divertimento não é tudo, sei que nem tudo vai ser como quero.
Viajo em meus pensamentos, sem saber o que fazer, estou com dúvidas, e grandes dúvidas, tenho medo de me apegar à alguém, não quero nada sério por hora, quero conhecer as pessoas olhando seus melhores e piores ângulos, quero me divertir com meus amigos, quero uma vida, não solitária, mas quero uma vida sem ter que temer trair alguém, não sou muito confiável em um relacionamento, por isso só tenho algo concreto quando sei que aquilo é o que quero.

Meus olhos estavam fechados, e apenas vi ilusão, agora que os abri, percebi que ninguém é como queremos, não são todas as pessoas que querem saborear a vida como se fosse seu último dia, existem pessoas que planejam suas vidas, não acho certo planejar, e se o amanhã não vier?

As pessoas se estranham ao trocarem olhares, e quando esses olhares não se estranham? Quando se juntam, e enxergam o futuro juntos? Quando você anda na rua, e tromba com alguém e vê que é a pessoa que você sempre quis na sua vida? Bom, nem sempre a vida é igual um filme.
A procura na vida real é mais extensa, mais complexa, a pessoa pra compartilhar uma vida não é fácil de se encontrar, e amar alguém já não é tão simples, amar não é simples, se dedicar à alguém não é fácil, se comprometer em ficar só com uma pessoa não é tão simples, quando for para se dedicar à alguém, descubra se é isso que quer, porque fazer outra pessoa sofrer psicologicamente é guardado em sua memória pelo resto da vida.



Can you tell me who will still care? (Hanson- Mmmbop)
Pode me dizer ainda quem vai se importar? (Hanson - Mmmbop)


domingo, 28 de junho de 2009

Deception


Ontem percebi, que não devo sofrer por ele, ele já não me quer mais, pelo o que demonstra.
Me trata como estranha, como uma qualquer, pede para apresentar-lhe outras mulheres, e quando não as ganha, lá estou eu em segundo plano, para oferecer-lhe carinho, dedicação e tudo o que ele quiser, como se fosse sua escrava, sua prostituta, ele vem quando precisa de mim, quando não precisa descarta-me como qualquer objeto, brinquedo que ele cansou de brincar. Isso cansa, machuca, e parece que só ele não percebe o quanto prejudicial isso é para mim.
Realmente, não sei o que vi nele, quando o vi, parecia um sonho meu se realizando, mas é apenas um pesadelo se concretizando. Telefono para ele todo dia, para saber como ele está, converso, gasto meu tempo com ele, para quando nos encontrarmos ele fingir que não estou na sua frente, que coisa mais pavorante, mais ... ahh já nem sei, isso me magoa.
Quando ele precisa de mim, vem todo fogoso, com cara de cachorro sem dono, me pega, me abraça, me beija, me faz pensar que gosta de mim, e quando vejo já está longe, dando emcima do resto da festa.
Como dizem: "O feitiço virou contra a feiticeira."Era sempre eu que fazia de gato e sapato esses homens, e me chega um muleque, uma criança e me deixa abobalhada assim.

Onde fui amarrar minha eguinha?