quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Liberdade


Liberdade,
seria isso que todos nós procuramos?
Liberdade é vida, é amor, é paixão, é querer viver.
Liberdade é o desejo de se ter, é o desejo de tentar ter tudo.
Liberdade, é o que eu anseio.
Busco isso, mais do que se vê, queria viajar, esquecer o mundo, queria ficar sozinha em uma fazenda, passar um tempo olhando pra mim, mas é tão difícil isso.
Ter pessoas que me impedem a ter essa tal liberdade, acaba com meu futuro, e meu futuro, quero eu fazê-lo.


Alô, liberdade

Composição: Enriquez/Bardotti/Chico Buarque

Alô, liberdade
Desculpa eu vir
Assim sem avisar
Mas já era tarde
E os galos tão
Cansados de cantar

Bom dia, alegria
A minha companhia
Vai cantar
Sutil melodia
Pra te acordar

Quem vai querer tocar trombeta
Pem pererém pererém
Pempem
Quem vai querer tocar matraca
Tracatracatraca
Tracatraca
Quem vai de flauta e clarineta
Fi firiri
Firiri fifi
Quem é que vai de prato e facaa
Taca cheque taca
Chequetaca checá
Quem vai querer sair da banda
Pan pararan
Pararan panpan
Hoje a banda sairá

Alô, liberdade
levante, lava o rosto
Fica em pé
Como é, liberdade ...
Vou ter que requentar
O teu café

Bom dia, alegria
A minha companhia
Vai cantar
Em doce harmonia
Pra te alegrar

Quem vem com a boca no trombone
Pom pororom
pororom pompom
Quem vem com a bossa no pandeiro
Chá carachá
Carachá chachá
E quem toca só toca telefone
Trim tiririm
Tiririm trimtrim
E quem só canta no chuveiro
Trá tralalá
Tralalá lalá
Quem vai querer sair na banda
Pan panpan
Hoje a banda sairá
Laiaralaialaialaiá
Hoje a banda sairá
Olá, liberdade!

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Os seus olhos...

Vejo meu reflexo em seus olhos, é um reflexo de desejo, amor, paixão.
Sua fala mansa me inebria, seu sorriso me faz te desejar mais e mais.
Penso na vida, como ela seria sem você, e apenas, não vejo vida.
Não vejo um mundo sem você, não vejo um mundo sem alguém a quem me abraça, e faz o sofrimento passar apenas com seu calor.
Amigo, esse é você, a quem corro e choro por um abraço, você é esse que o sorriso me faz feliz, que o cheiro de seu perfume em outra pessoa só me lembra você... amigo é você.
Apenas, amo amigo.

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Acordei com o seu gosto
E a lembrança do seu rosto
Porque você se fez tão linda

Mas agora você vai embora
Quanto tempo será que demora
Um mês pra passar

A vida inteira de um inseto
Um embrião pra virar feto
A folha do calendário
O trabalho pra ganhar o salário

Mas daqui a um mês
Quando você voltar
A lua vai tá cheia
E no mesmo lugar...

Se eu pudesse escolher
Outra forma de ser
Eu seria você
( Quanto tempo demora um mês - Biquini Cavadão)



Eu já sei o que meus olhos vão querer
Quando eu te encontrar
Impedidos de te ver
Vão querer chorar
Um riso incontido
Perdido em algum lugar
Felicidade que transborda
Parece não querer parar
Não quer parar
Não vai parar

Eu já sei o que meus lábios vão querer
Quando eu te encontrar
Molhados de prazer
Vão querer beijar
E o que na vida não se cansa
De se apresentar
Por ser lugar comum
Deixamos de extravazar, de demonstrar

Nunca me disseram o que devo fazer
Quando a saudade acorda
A beleza que faz sofrer
Nunca me disseram como devo proceder
Chorar, beijar, te abraçar, é isso que quero fazer
É isso que quero dizer

Eu já sei o que meus braços vão querer
Quando eu te encontrar
Na forma de um "C"
Vão te abraçar
Um abraço apertado
Pra você não escapar
Se você foge me faz crer
Que o mundo pode acabar, vai acabar
( Quando eu te encontrar - Biquini Cavadão)

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Noite pensantes.


Noites que passo pensando,
o que fazer,
onde ir,
quem procurar...
No fim chego à conclusão de que preciso mesmo amar. Do que serve-me a vida sem um amor para ser vivido, mesclado de idéias, de impulsos e paixões?
E se amando... o que faria? Esse coração de pedra, se tornar orgânico teria de ser um gênio, ou um cavalheiro, ou apenas um homem a quem me ame.

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Eu te amo

Chico Buarque

Composição: Tom Jobim / Chico Buarque

Ah, se já perdemos a noção da hora
Se juntos já jogamos tudo fora
Me conta agora como hei de partir

Ah, se ao te conhecer
Dei pra sonhar, fiz tantos desvarios
Rompi com o mundo, queimei meus navios
Me diz pra onde é que inda posso ir

Se nós nas travessuras das noites eternas
Já confundimos tanto as nossas pernas
Diz com que pernas eu devo seguir

Se entornaste a nossa sorte pelo chão
Se na bagunça do teu coração
Meu sangue errou de veia e se perdeu

Como, se na desordem do armário embutido
Meu paletó enlaça o teu vestido
E o meu sapato inda pisa no teu

Como, se nos amamos feito dois pagãos
Teus seios ainda estão nas minhas mãos
Me explica com que cara eu vou sair

Não, acho que estás te fazendo de tonta
Te dei meus olhos pra tomares conta
Agora conta como hei de partir.