
Perco o sono,
olho pela janela, ainda é dia.
O sol já não satisfaz minhas vontades,
a lua me domina constantemente.
Não quero o amor que o sol me proporcionou,
e sim a melancolia que a lua me reserva.
Questiono a verdade da pureza do amor...
e refaço meus pensamentos nos desatinos da paixão.
Ignoro o simples fato de existir alguém que alcance meus pensamentos,
meus desejos e minhas experiências.
Recuso viver pelos outros, recuso ajudar quem não aceita minha opinião.
Me excluo de momentos idiotas, mesquinhos.
Sou aquele, de vampiro tudo tenho, a noite, a liberdade, a sede de sangue, e a voluptuosidade, sou aquele imortal, aquele que você anseia, sou tudo o que deseja, sou tudo o que você não tem.
